[:pb]
#acessibilidade Estrutura química da Dopamina C 8 H 11 N O 2.
Texto escrito pelo colaborador Hugo Suffredini
Lentidão nos movimentos, rigidez muscular, tremores, cansaço sem causa aparente, apatia. Estes são alguns dos sintomas de quem possui deficiência na disponibilidade de dopamina, molécula esta que é produzida em uma região do cérebro conhecida por substância negra (ou nigra) do mesencéfalo. A morte ou degradação de células desta região causa um “desabastecimento” de dopamina no corpo, provocando os efeitos apontados no início do texto, que no final das contas passam a ser conhecidos por Síndrome de Parkinson (SP). A dopamina possui, como uma de suas funções primordiais, o controle dos movimentos finos, do equilíbrio e da estabilidade postural.
Longe de ser uma doença negligenciada, a SP conta com muitos recursos humanos e financeiros para que se encontre a cura. No entanto, ainda hoje a doença é considerada incurável e progressiva, além de não possuir um prognóstico definido: algumas pessoas convivem bem com a SP por toda a vida, enquanto que outras se tornam severamente incapazes em curto tempo pós-diagnóstico, com comprometimento inclusive nas capacidades cognitivas e mentais. É comum dizer que cada doente possui o seu próprio Parkinson. Neste sentido, em um virtual diagnóstico, o paciente deve ter em mente que existe uma grande chance de que sua vida prossiga de maneira saudável, até mesmo muito próxima da normal.
O diagnóstico da doença não é trivial, sendo baseado principalmente em dados clínicos, histórico do paciente, dentre outros, pois não existe um exame específico para detectar esta síndrome. Exames complementares, como eletroneuromiografia, ressonância magnética e tomografia computadorizada podem ser úteis para excluir outras doenças que geram os mesmos tipos de sintoma, ou seja, o diagnóstico de SP é também realizado por exclusão. Seu tratamento é realizado principalmente com o uso de drogas que atuam como agonistas (substância capaz de se ligar a um receptor celular e ativá-lo para provocar uma resposta biológica) ou como precursoras da dopamina. Dentre a mais conhecida está a levodopa, droga-padrão no tratamento do Parkinson. Apesar de seus efeitos colaterais e tolerância, a levodopa sem dúvida causou uma revolução na melhora de qualidade de vida de muitos pacientes.
Fontes:
Fonte da imagem destacada: By Harbin [Public domain], from Wikimedia Commons
Para saber mais:
http://parkinsonhoje.blogspot.com/p/substancia-negra.html, acessada em 20/09/2018
https://www.erichfonoff.com.br/blog/levodopa-a-medicacao-que-revolucionou-o-tratamento-de-parkinson/, acessada em 20/09/2018
[:es]
#accesibilidad Estructura química de la Dopamina C 8 H 11 N O 2.
Lentitud en los movimientos, rigidez muscular, temblores, cansancio sin causa aparente, apatía. Estos son algunos de los síntomas de quien posee deficiencia en la disponibilidad de dopamina, molécula que es producida en una región del cerebro conocida como sustancia negra (o nigra) del mesencéfalo. La muerte o degradación de células de esta región causa un “desabastecimiento” de dopamina en el cuerpo, provocando los efectos apuntados al inicio del texto, que al final de cuentas pasan a ser conocidos como Síndrome de Parkinson (SP). La dopamina posee, como una de sus funciones primordiales, el control de los movimientos finos, del equilibrio y de la estabilidad postural.
Lejos de ser una enfermedad descuidada, el SP cuenta con muchos recursos humanos y financieros para que se encuentre la cura. Sin embargo, aún hoy la enfermedad es considerada incurable y progresiva, además de no tener un pronóstico definido: algunas personas conviven bien con el SP por toda la vida, mientras que otras se vuelven severamente incapaces en corto tiempo post-diagnóstico, comprometiendo inclusive las capacidades cognitivas y mentales. Es común decir que cada paciente posee su propio Parkinson. En este sentido, en un posible diagnóstico, el paciente debe tener en mente que existe una gran posibilidad de que su vida prosiga de manera sana, inclusive muy próxima a la normal.
El diagnóstico de la enfermedad no es trivial, basándose principalmente en datos clínicos, histórico del paciente, entre otros, pues no existe un examen específico para detectar este síndrome. Exámenes complementares, como la electroneuromiografía, la resonancia magnética y la tomografía computarizada pueden ser útiles para excluir otras enfermedades que generan los mismos tipos de síntoma, es decir, el diagnóstico del SP también se realiza por exclusión. Su tratamiento es realizado principalmente con el uso de drogas que actúan como agonistas (sustancia capaz de conectarse a un receptor celular y activarlo para provocar una respuesta biológica) o como precursoras de la dopamina. Entre la más conocida está la levodopa, droga estándar en el tratamiento del Parkinson. A pesar de sus efectos colaterales y tolerancia, la levodopa sin duda causó una revolución en la mejora de la calidad de vida de muchos pacientes.
Fuentes:
Fuente de la imagen destacada: By Harbin [Public domain], from Wikimedia Commons
Para saber más:
http://parkinsonhoje.blogspot.com/p/substancia-negra.html, accesada el 20/09/2018
https://www.erichfonoff.com.br/blog/levodopa-a-medicacao-que-revolucionou-o-tratamento-de-parkinson/, accesada el 20/09/2018
http://www.parkinson.org.br/firefox/index.html
[:]
![[:pb]Dopamina: a molécula da síndrome de Parkinson (V.1, N.5, P.4, 2018)[:es]Dopamina: la molécula del síndrome de Parkinson (V.1, N.5, P.4, 2018)[:] 1 1 150x150 - [:pb]Dopamina: a molécula da síndrome de Parkinson (V.1, N.5, P.4, 2018)[:es]Dopamina: la molécula del síndrome de Parkinson (V.1, N.5, P.4, 2018)[:]](https://gec.proec.ufabc.edu.br/wp-content/uploads/2018/09/1-1-150x150.png)
![[:pb]Dopamina: a molécula da síndrome de Parkinson (V.1, N.5, P.4, 2018)[:es]Dopamina: la molécula del síndrome de Parkinson (V.1, N.5, P.4, 2018)[:] Cholesterol.svg 150x150 - [:pb]Dopamina: a molécula da síndrome de Parkinson (V.1, N.5, P.4, 2018)[:es]Dopamina: la molécula del síndrome de Parkinson (V.1, N.5, P.4, 2018)[:]](https://gec.proec.ufabc.edu.br/wp-content/uploads/2018/07/Cholesterol.svg_-150x150.png)
![[:pb]Dopamina: a molécula da síndrome de Parkinson (V.1, N.5, P.4, 2018)[:es]Dopamina: la molécula del síndrome de Parkinson (V.1, N.5, P.4, 2018)[:] dead battery 1623377 1280 150x150 - [:pb]Dopamina: a molécula da síndrome de Parkinson (V.1, N.5, P.4, 2018)[:es]Dopamina: la molécula del síndrome de Parkinson (V.1, N.5, P.4, 2018)[:]](https://gec.proec.ufabc.edu.br/wp-content/uploads/2018/08/dead-battery-1623377_1280-150x150.png)