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#acessibilidade Cristais de Cloreto de Potássio (KCl) dentre e fora de um béquer.
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#acessibilidade Homem sentado em uma cadeira, diante de uma lousa em que se lê Ciência em meio a rabiscos que dificultam a leitura.
A escola da minha filha pediu para este mês a leitura do livro “O menino que aprendeu a ver” de Ruth Rocha. No livro, o menino, enquanto é alfabetizado, passa a ver o mundo de maneira diferente. Agora ele reconhece as letras entre os desenhos que via e percebe seu significado.
Existe um conceito muito semelhante, chamado analfabetismo científico. O analfabetismo científico é identificado em indivíduos que apresentam dificuldade em compreender conceitos científicos básicos, como aqueles que aprendemos na escola. A estrutura da matéria, as transformações químicas, o movimento, as transformações que ocorrem dentro e fora dos organismos em diferentes escalas espaciais e sua relação com o meio ambiente, por exemplo.
A ciência faz parte da nossa vida da hora que acordamos à hora que vamos dormir. Está na previsão do tempo, no tecido da roupa que você usa, na conservação do alimento, no tipo de alimento que você consome, na prevenção da doença, no remédio que nos cura, no computador, no celular, nas decisões sobre investimento, no seu banho quente, na sua noite de sono, nas notícias sobre verão extremo na Europa e novas áreas de ocorrência de doenças. Ela está lá o tempo todo e há tanto tempo que deixamos de percebê-la!
Existe um caminho muito longo percorrido da construção do saber científico até sua aplicação em nosso dia-a-dia. Podemos dizer que a ciência começa na mente de alguém que quer responder uma pergunta. Um curioso, um cientista! Mas a pergunta deve ser clara e poder ser respondida. A resposta precisa surgir da coleta de dados organizada e realizada através de instrumentos adequados. Os passos seguidos devem ser descritos de forma clara para que outros curiosos possam testar o resultado. Essas regras de construção do saber científico permitem que experimentos sejam repetidos e testados com base em diferentes materiais de estudo e conjuntos de dados.
A possibilidade de repetição e teste é o que diferencia o saber científico de outros saberes. É o que faz a ciência dinâmica e emocionante, mas também algo imprevisível. Até que seja obtida uma resposta que pareça consistente, que tenha passado por vários testes, são usados muitos recursos, principalmente tempo, material, dinheiro e pessoas. Se não somos alfabetizados em ciência, não percebemos sua importância em nosso dia a dia e a ciência parece dispensável. A ciência é um investimento de retorno certo, mas de longo prazo!
Fonte:
Fonte da imagem destacada: Alexandre Z. Carvalho e Ivanise Gaubeur
Fonte da imagem 1: site do podcast Rock com Ciência da UFV
What We Don’t Know Does Hurt Us. How Scientific Illiteracy Hobbles Society por Norman Augustine, Science 13 Mar 1998, Vol. 279, Issue 5357, pp. 1640-1641.
DOI: 10.1126/science.279.5357.1640, http://science.sciencemag.org/content/279/5357/1640
Para saber mais:
Popularização do conhecimento científico por Suzana P. M. Mueller, Revista de Ciência da Informação, v.3 n.2 abr/02.
http://repositorio.unb.br/handle/10482/990
Outros divulgadores:
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#accesibilidad Cristales de cloruro de potasio (KCl) dentro y fuera de un vaso de precipitados
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#accesibilidad Hombre sentado en una silla, frente a una pizarra en la que se lee Ciencia entre garabatos que dificultan la lectura.
La escuela de mi hija pidió este mes leer el libro “ El niño que aprendió a ver” de Ruth Rocha. En el libro, el niño durante su alfabetización comienza a ver el mundo de manera diferente. Ahora él reconoce las letras entre los dibujos que veía y se da cuenta de su signifcado.
Existe un concepto muy similar, llamado analfabetismo científico. El analfabetismo científico es identificado en individuos que presentan dificultad para comprender conceptos científicos básicos como los que aprendemos en la escuela. La estructura de la materia, las transformaciones químicas, el movimiento, las transformaciones que ocurren dentro y fuera de los organismos en diferentes escalas espaciales y su relación con el medio ambiente por ejemplo.
La ciencia hace parte de nuestra vida desde que nos despertamos hasta la hora en que vamos a dormir. Está en la predicción del tiempo, en el tejido de las ropas que usamos, en la conservación del alimento, en el tipo de alimento que consumimos, en la prevención de las enfermedades, en el remedio que nos cura, en el computador, el celular, las decisiones sobre inversión, en el baño caliente, en nuestras noches de sueño, en las noticias sobre el verano extremo en Europa y en las nuevas áreas donde surgen enfermedades. Ella está presente todo el tiempo y hace tanto tiempo que dejamos de percibirla!
Existe un camino muy largo recorrido desde la construcción del saber científico hasta su aplicación en nuestro día a día. Podemos decir que la ciencia comienza en la mente de alguien que quiere responder una pregunta. Un curioso, un científico! Pero la pregunta debe ser clara y tener una respuesta. La respuesta debe surgir de una recolección de datos organizada y realizada usando instrumentos adecuados. Los pasos seguidos deben ser descritos de forma clara para que otros curiosos puedan probar el resultado. Esas reglas de construcción del saber científico permiten que los experimentos sean repetidos y evaluados con base en diferentes materiales de estudio y conjuntos de dados.
La posibilidad de repetición y evaluación es lo que distingue el saber científico de otros saberes. Es lo que hace que la ciencia sea dinámica y emocionante pero al mismo tiempo algo imprevisible. Hasta que sea encontrada una respuesta que parezca consistente, que haya pasado por varias evaluaciones, son usados muchos recursos, principalmente tiempo, material, dinero y personas. Si no somos alfabetizados en ciencia, no percibimos su importancia en nuestro día a día y la ciencia no nos parece essencial. La ciencia es una inversión con ganancia segura, aunque a largo plazo!
Fuente:
Fuente de la imagen destacada: Alexandre Z. Carvalho e Ivanise Gaubeur
Fuente de la imagen: Sitio web del Rock com Ciência de la UFV
What We Don’t Know Does Hurt Us. How Scientific Illiteracy Hobbles Society por Norman Augustine, Science 13 Mar 1998, Vol. 279, Issue 5357, pp. 1640-1641.
DOI: 10.1126/science.279.5357.1640, http://science.sciencemag.org/content/279/5357/1640
Para saber mas:
Popularización del conocimiento científico por Suzana P. M. Mueller, Revista de Ciência da Informação, v.3 n.2 abr/02.
http://repositorio.unb.br/handle/10482/990
Otros promotores:
Canal de Pirula en YouTube
Science Vlogs Brasil
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